sábado, 13 de fevereiro de 2010
Viva o Carnaval sem Carnaval!
Gentem, eu tô em Euclides da Cunha, quando voltar posto minhas aventuras. Beijitos e borboletas roxa!
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
' Desespero
10 de Janeiro de 2010 14:54hs
Eu ainda paro e penso, quando lembro naquela condição que você me propôs.
Aquilo que era o alicerce de nós desabou em segundos quando caí no susto juntamente com a lagrima que escorria no meu rosto.
Ainda vejo aquela cena de mentira pra manter as aparências irreais.
Um vivo poço de omissões cometidas que agora justificadas não importam mais.
Sacrificaram minha lucidez por causa de uma novela mexicana.
Impossibilidades encurraladas em quatro paredes sórdidas que ainda continuam mudas,mais cheias de segredos imorais.
Por fim sobrou isso aqui, um resto de insanidade, um fardo profundo, os olhos vermelhos e um conformismo.
Não irei me atirar de um penhasco só porque me veio a oportunidade de me jogar.
Dei um passo para atrás, e olhei a linha da história que estava antes de mim, do ser eu.
Pois o que era obscuro também já passou por mim.
Já cortei os meus pulsos implorando que ele jorrasse sangue para saciar a minha própria sede.
Fiz de conta que não ouvi o que você disse pra não voltar ao penhasco e fazer aquilo que deveria ter feito e não fiz.
Viva ao desespero!
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
' Até Breve
30 de novembro de 2009 18:59hs
Eles se foram e deixaram de presente uma dor no peito e um saco de sonhos. Se todos os sonhos forem assim, por favor, não me despertem, me deixem dormi, me cubram com linho e apoiem minha cabeça num almofada de rei. Vem, deite comigo! E se a água que sai dos meus olhos agora, manchar a tinta e impeça de ler o que meus punhos escrevem, não se preocupe, os dias estão inteiramente gravados na minha memória. Duvida? Pois vou te provar que meu arquivo de felicidades guardadas nunca falha. Sabe o que vejo? Eu vejo o anjo novamente, que me cerca, me ilude, me... Me perdoe se quiseres, ou não se o pecado te atrai. Me perdoe se não te beijei, apenas respeito teus lábios. E ela? A menina sapeca dos cachinhos dourados, sorri bonequinha do sertão, gosto de ver a infância saudável que há em ti.. Homem que fez da menina uma mulher, cuida dela, da minha pedra preciosa e não deixe que a saudade a consuma demais. E por fim, aquele que não veio porém, mandou o teu cheiro em um sopro de vento. O adeus é triste, mais a sensação de que os verei logo me alegra. Pois é na despedida que damos o devido valor as figuras inesquecíveis e nos faz contar os segundos para abraça-los novamente. Então, obrigado e até breve eternas crianças euclidenses.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
' Dois Dias
23 de Novembro de 2009 15:23hs
Já era uma tristeza, já era uma falta de esperança, era um milagre, um aviso, uma oportunidade. Era o nervoso, a corrida, a amiga, a ansiedade, os outros amigos, o ingresso caro, o medo, o comer pipoca, o grito, a poesia que prevalesse, os caras pintadas, a musica que fala de amor, o protesto, e mais poesia, a emoção, o gritar alto, o choro da alheia, o tocar na idolatria, o começo do fim, o fim que era alegria, o andar do medo sorridente e serelepe, o gargalhar da memoria passada que não tinha mais graça, o ônibus que não saia, o falar besteira, a morte, a crença, a profecia que se cumpre, e voltou a tristeza, que foi esquecida rapidamente e os dentes apareceram novamente, o chegar, o correr, o andar de taxi, o cansaço com euforia, o choque, o preocupar, a vela acesa, era um amigo que fugia, o dormir perturbado, e via o amanhecer do dia. Era outro dia, um ensaio, uma risada, a expulsão, o sol quente, a velha que briga, o ensaio de novo, ir ver amigo, ir ver outro amigo, e aproveitar do tempero da mãe dos outros, internet, internet, internet, geladinho de amendoim, se arruma e se apressa, o palco da cidade começou, avisa ao bobo da corte que cheguei, rir, me contorci, me arrepiei, eu sou neguinha, eu sou neguinha, uma surpresa, o branco black cantara para mim, para ti, e vou subindo a ladeira, com meu salto, era um ritmo pop afro, a bipolaridade do que me fez feliz nessa horas de intensidade, o ir pra casa dos outros, e o que eu não posso contar, só digo que foi loucamente sensacional. Era eu e a rechonchuda baixinha e o resto do mundo que dizia, vivam borboletas roxas perdidas.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
' Fraqueza
17 de novembro de 2009 19:15hs
Escrevo aqui o que sinto agora, a minha angustia, o meu ciume, como um a guarda-chuva só para mim.
Meu tormento é essa tremedeira de nervoso, essa sensação de meu que tenho sobre ti.
Ceda a mim só um gole do teu vinho envenenado para que como Tristão e Isolda eu morra por ti.
Deito para que tu passes por cima, humilho-me para que seja de todo meu.
Acredite e não me empobreça de teu amor.
Deixe eu me embebedar com tua ilusão.
Me queira, sou tua, sempre, me sinta e conclua o que começou a fazer com a minha fraqueza.
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